Enquanto um ser está vivo, a quantidade de carbono 14 nele existente não se altera. Quando ele morre, essa quantidade vai diminuindo. Sabe-se que a meia-vida do carbono 14 é de 5 730 anos, ou seja, num fóssil de um organismo que morreu há 5 730 anos haverá metade do carbono 14 que existia quando ele estava vivo. Assim, cientistas e arqueólogos usam a seguinte fórmula para saber a idade de um fóssil encontrado: em que é o tempo, medido em ano, é a quantidade de carbono 14 medida no instante e é a quantidade de carbono 14 no ser vivo correspondente.
Um grupo de arqueólogos, numa de suas expedições, encontrou 5 fósseis de espécies conhecidas e mediram a quantidade de carbono 14 neles existente. Na tabela temos esses valores juntamente com a quantidade de carbono 14 nas referidas espécies vivas.
O fóssil mais antigo encontrado nessa expedição foi
a) |
1. |
b) |
2. |
c) |
3. |
d) |
4. |
e) |
5. |
Ao medir o tempo de um fóssil pelo tempo de meia-vida do carbono 14, temos que o fóssil mais antigo é aquele cuja quantidade de carbono 14 foi reduzida mais vezes pela metade em comparação à quantidade de carbono 14 no ser vivo.
Analisando cada fóssil, obtemos:
Fóssil 1:
Isso significa que a quantidade de carbono 14 do fóssil 1 foi reduzida pela metade duas vezes, ou seja, que o tempo desse fóssil corresponde a duas vezes o tempo de meia-vida do carbono 14, isto é, anos.
Fóssil 2:
Assim, concluímos que o tempo do fóssil 2 corresponde a cinco vezes o tempo de meia-vida do carbono 14, ou seja, anos.
Fóssil 3:
Logo, o fóssil 3 possui anos, o que equivale a três vezes o tempo de meia vida do carbono 14.
Fóssil 4:
Assim, o fóssil 4 possui anos, tempo igual ao tempo de meia-vida do carbono 14.
Fóssil 5:
Logo, o fóssil 5 possui tempo igual a quatro vezes o tempo de meia-vida do carbono 14, isto é, anos.
Portanto, o fóssil mais antigo é o fóssil 2.