Macedônia do Norte
Acordo entra em vigor e país muda oficialmente de nome
Entrou em vigor, em 2019, o acordo que determina a mudança de nome da Macedônia para Macedônia do Norte. A troca põe fim - ao menos por enquanto - no impasse entre essa antiga república da lugoslávia e a vizinha Grécia. O governo grego se opunha ao uso do nome Macedônia pelo novo país vizinho porque a Grécia tem uma província no norte com o mesmo nome. Por causa desse impasse, a Grécia bloqueou as negociações de adesão de seu vizinho à União Europeia. Depois de negociações, as duas partes chegaram a um acordo.
Disponível em: https://g1.globo.com. Acesso em: 7 nov. 2021 (adaptado).
Para o país originado da antiga lugoslávia, a mudança de nome é uma estratégia política para
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criar a moeda própria. |
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proteger a cultura local. |
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subjugar a minoria étnica. |
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expandir o território nacional. |
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intensificar a integração regional. |
O problema apresentado é de natureza conceitual e geopolítica, exigindo a análise do contexto fornecido para determinar o objetivo político principal da mudança de nome da Macedônia para Macedônia do Norte.
De acordo com o texto, o governo da Grécia se opunha ao nome "Macedônia" e, por causa desse impasse, bloqueou as negociações de adesão do país vizinho à União Europeia. A União Europeia (UE) é o bloco econômico e político que promove a máxima integração entre os países membros.
Portanto, a mudança de nome foi uma concessão estratégica para que a Grécia retirasse o seu veto, permitindo que o país originário da antiga Iugoslávia pudesse avançar em seu objetivo de se juntar à UE. O objetivo fundamental da manobra política é a entrada em organizações supranacionais e o aprofundamento das relações com seus vizinhos europeus, o que se enquadra no conceito de integração regional.
a) Incorreta. A criação ou manutenção de uma moeda própria (o Denar, no caso) é uma questão de soberania monetária, não relacionada ao motivo geopolítico do conflito com a Grécia ou ao objetivo de adesão à UE. Alguns membros da UE não usam o Euro (como Dinamarca e Suécia).
b) Incorreta. Embora a identidade nacional e cultural tenha sido afetada pelo debate sobre o nome, a razão política imediata e estratégica, conforme o texto, era superar o bloqueio grego que impedia a entrada do país em negociações de adesão a organismos regionais.
c) Incorreta. O texto não fornece qualquer informação sobre minorias étnicas, e a mudança de nome foi uma estratégia de política externa para lidar com um vizinho (a Grécia) e facilitar a entrada em instituições internacionais.
d) Incorreta. A mudança de nome é um ato diplomático e de direito internacional que não possui relação com a expansão territorial.
e) Correta. O texto afirma que a Grécia bloqueava a "negociações de adesão de seu vizinho à União Europeia". A estratégia de mudar o nome visou remover esse bloqueio, com o objetivo claro de se juntar à União Europeia, que é a principal forma de integração regional na Europa. Portanto, a mudança de nome foi um meio para intensificar a integração do país com o bloco regional europeu.