Vincent van Gogh. Salvador Dalí. Frida Kahlo. Casual perusers of ads everywhere would be forgiven for thinking that art galleries are enjoying some sort of golden age. The truth is less exciting, more expensive and certainly more depressing. For this is no ordinary art on offer; this art is “immersive”, the latest lovechild of TikTok and enterprising warehouse landlords. The first problem with immersive art? It's not actually very immersive. A common trope of “immersive” retrospectives is to recreate original pieces using gimmicky tech. But merely aiming a projector at a blank canvas doesn’t do much in the way of sensory stimulation. My favourite element of an “immersive” show I have been to was their faithful recreation of Van Gogh’s bedroom. An ambitious feat, executed with some furniture and, of course, mutilated pastiches of his paintings. While projectors, surround sound and uncomfortably wacky seating are mainstays of immersive art, there are also the VR headsets. But many exhibitions don’t even include these with the standard ticket, so my return to reality has twice been accompanied by an usher brandishing a credit card machine. Sometimes these installations are so banal and depthless, visitors have often walked through installations entirely oblivious to whatever is happening around them. Despite the fixation “immersive experiences” have with novelty, the products of their labours are remarkably similar: disappointing light shows punctuated by a few gamified set pieces.
Disponível em https://www.vice.com/en/article/. Adaptado.
De acordo com o texto, muitos visitantes das exposições de arte imersivas demonstram
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fascínio pelas novidades tecnológicas utilizadas pelos curadores. |
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desconforto causado pelo excesso de estímulos sensoriais. |
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curiosidade sobre a biografia dos pintores e os movimentos artísticos. |
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apreciação pelas informações oferecidas por guias e educadores. |
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indiferença diante das simulações das obras de arte. |
Tradução:
Vincent van Gogh. Salvador Dalí. Frida Kahlo. Os observadores casuais de anúncios em todos os lugares deveriam ser perdoados por pensar que as galerias de arte estão desfrutando de uma espécie de era dourada. A verdade é menos emocionante, mais cara e certamente mais deprimente. Isso porque não se trata de uma arte comum ofertada; esta arte é "imersiva", a mais recente lovechild (filho que nasceu de um caso de amor entre duas pessoas que nunca foram casadas) do TikTok e dos proprietários de empreendimentos de exposições. O primeiro problema com a arte imersiva? Não é muito imersiva na verdade. Um clichê comum das retrospectivas "imersivas" é recriar peças originais usando truques de tecnologia. Mas simplesmente apontar um projetor para uma tela em branco não faz muito em termos de estimulação sensorial. Meu elemento favorito em um show "imersivo" que fui, foi a fiel recriação do quarto de Van Gogh. Um feito ambicioso, executado com alguns móveis e, é claro, cópias mutiladas de suas pinturas. Enquanto projetores, som surround (ao redor) e assentos desconfortavelmente excêntricos são elementos básicos da arte imersiva, também há os óculos de realidade virtual. Mas muitas exposições nem mesmo incluem esses óculos com o ingresso padrão, então meu retorno à realidade foi duas vezes acompanhado por um recepcionista empunhando uma máquina de cartão de crédito. Às vezes, essas instalações são tão banais e superficiais que os visitantes muitas vezes passam por elas completamente alheios ao que está acontecendo ao seu redor. Apesar da fixação que as "experiências imersivas" têm com a novidade, os produtos de seus esforços são notavelmente semelhantes: shows de luz desapontadores pontuados por algumas peças cenográficas gamificadas.
a) Incorreta. O texto não indica que os visitantes demonstram fascínio pelas novidades tecnológicas utilizadas pelos curadores. Pelo contrário, menciona que as instalações são muitas vezes consideradas banais e superficiais.
b) Incorreta. O texto sugere que as exposições de arte imersivas podem ser desconfortáveis (ele cita os assentos "desconfortavelmente excêntricos", por exemplo), mas não destaca um excesso de estímulos sensoriais como a principal reação dos visitantes. Ele afirma, ao contrário, que essa "arte imersiva" não é realmente muito imersiva.
c) Incorreta. Não há evidência no texto de que os visitantes têm curiosidade sobre a biografia dos pintores ou os movimentos artísticos em exposições de arte imersivas.
d) Incorreta. O texto não menciona a apreciação pelas informações oferecidas por guias e educadores. Pelo contrário, destaca a falta de imersão real e o desapontamento dos visitantes.
e) Correta. O texto sugere que as instalações de arte imersiva são muitas vezes consideradas banais e superficiais, levando os visitantes a passarem por elas alheios ao que está acontecendo ao seu redor, indicando a indiferença do público em relação às obras. Isso fica claro no trecho "Sometimes these installations are so banal and depthless, visitors have often walked through installations entirely oblivious to whatever is happening around them." ("Às vezes, essas instalações são tão banais e superficiais que os visitantes muitas vezes passam por elas completamente alheios ao que está acontecendo ao seu redor.").